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FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES DA INDÚSTRIA GRÁFICA, DA COMUNICAÇÃO GRÁFICA E DOS SERVIÇOS GRÁFICOS DO ESTADO DE SANTA CATARINA

menuclear
22 de setembro de 2020

Fiesc recebe manifesto pelo emprego e renda também dos gráficos

Em sintonia à posição da Conatig, a Federação Catarinense dos Gráficos e um conjunto de federações dos trabalhadores da indústria neste estado defenderam na Federação Industrial (Fiesc) a vida, emprego e a renda de todos os profissionais do setor. Uma nova reunião ocorrerá mês que vez. “Buscamos o diálogo para implantação de políticas específicas para todas as indústrias”, conta Moacir Effting, presidente da Federação dos Gráficos (Fetigesc), entidade que assina o manifesta e participa desta negociação

No próximo mês, o movimento sindical catarinense que representa quase um milhão de trabalhadores da indústria, incluindo os 10 mil gráficos no estado, volta a defender junto às entidades patronais o emprego, renda e as condições de trabalho de todas as categorias profissionais envolvidas. No primeiro encontro, um manifesto em nome de quase 100 sindicatos obreiros cobrou do presidente da Federação da Indústria Estadual (Fiesc), Mário César de Aguiar, e das suas representações patronais afiliadas, o compromisso para a preservação do emprego e a renda dos profissionais agora e no pós- pandemia, e a proteção da saúde e segurança de todos.

Em sintonia à posição da Confederação Nacional dos Gráficos (Conatig), que lançou seu manifesto
em defesa da vida, emprego e renda da classe, enviada para o Congresso Nacional e para as duas
entidades patronais do setor gráfico à nível nacional (Abrigraf e Andigraf), um manifesto amplo do conjunto de categorias de empregados catarinense, representados por federações, também
defendeu a questão junto aos industriais do estado.

Apesar da conjuntura adversa pela pandemia e crise econômica, Moacir e os demais sindicalistas
apostam na tradição de diálogo entre o patronal e os trabalhadores no estado, verificado todos os anos através da garantia de um piso regional definido à nível de Poder Público oriundo da interação do capital e trabalho. Desse modo, mesmo diante da maior crise do país, é preciso encontrar convergências para a preservação da indústria e dos seus postos de trabalho. Para isso, é preciso garantir o emprego, mas não de qualquer modo, é necessário preservar a renda e condições laborais.

O manifesto das federações obreiras apresentada aos industriais defende isso e mais. Em relação a proteção da saúde e segurança do trabalhador neste período pandêmico, reivindica, por exemplo, a licença remunerada para todos aqueles dos grupos mais vulneráveis à covid-19, preservando a vida e sua renda. Também pede listas detalhadas sobre adoecimentos pelo vírus nas fábricas, além da criação conjunta (pelo capital e trabalho) de um plano de trabalho que garanta a efetiva proteção dos empregados. “O manifesto completo possui 16 propostas, todas voltadas para proteção da vida, emprego e renda dos trabalhadores e para a superação da crise e para o fortalecimento da indústria e do próprio Brasil”, esclarece Moacir.

A Conatig acompanha toda ação sindical dos sindicatos e estará sempre solidária na luta para o
restabelecimento das condições de trabalho. “É verdade que há uma situação econômica delicada pela pandemia, mas, é fato também que existem patrões oportunistas que buscam retirar os direitos trabalhistas para além das flexibilizações já trazidas por leis, que precisam ser combatidos, uma vez que tem reduzido inclusive o poder aquisitivo dos funcionários, em prejuízo inclusive da economia em geral. Portanto, a Ftigesc e conjunto de entidades sindicais acertam no debate com o patronal em buscar de superação da crise sem prejuízo da classe trabalhadora”, parabeniza Leonardo Del Roy, presidente da Conatig.

Moacir José Effting.
Presidente Fetigesc.

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