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FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES DA INDÚSTRIA GRÁFICA, DA COMUNICAÇÃO GRÁFICA E DOS SERVIÇOS GRÁFICOS DO ESTADO DE SANTA CATARINA

menuclear
11 de novembro de 2019

Uma Reflexão da atual conjuntura hoje!! Reforma Sindical: Com o pé na mina?

O governo federal criou o Grupo de Altos Estudos do Trabalho, instalado em 30 de agosto e que será coordenado pelo Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra, o mesmo que atuou na reforma trabalhista da Lei 13.467/2017.
O objetivo deste grupo é avançar ainda mais nesta reforma que para eles ainda foi pouca… Querem mais……….
As transformações no mundo do trabalho colocam maquinas no lugar de trabalhadores, acabam com o emprego protegido e geram predominantemente trabalho precário, Flexível e inseguro.
Por exemplo, nos últimos 12 meses, dos 2,2 milhões de ocupação geradas no Brasil, somente 10% foram vagas para assalariados com carteira assinada.
Das demais, 54% correspondiam a trabalhadores autônomos ou por conta própria na informalidade; e no restante, predominantemente o emprego doméstico e o trabalhador familiar auxiliar sem proteção sindical ou social e previdenciária.
Esse é o novo mundo do trabalho que será legalizado!!!!!
A empresas se reorganizam seu sistema produtivo, passa por mudanças pesadas, essa dinâmica por si só passa a exigir a restruturação sindical para que os trabalhadores, neste mundo real, garrem força organizativa que traga proteção sindical e social.
Se essa reorganização das entidades que defendem os trabalhadores não ocorrer, o mundo do trabalho deve virar uma selva, onde os direitos serão uma saudosa lembrança, ou algo desconhecido para os mais novos.
Nesta mudança a modernização da legislação trabalhista, tem sido feita para as empresas promoverem as alterações que quiserem no mundo do trabalho, retirando dos trabalhadores a proteção da Lei, que aliás virou instrumento para ser vir e servira cada vez mais e salvaguardar as empresas, sem a mediação e a resistência sindical. A jogada é colocar o sindicato fora do jogo!!!!
Nesse terreno armado, o sindicalismo brasileiro colocou o pé na mina, mas em uma mina de guerra, aquela que acionada ao ser pisada e que explode e mata.
O futuro do sindicalismo brasileiro dependerá de inteligência estratégia daqueles dirigentes que sabem fazer história, riscos existem, enormes mas precisam ser encarados, em recente encontro na cidade de Itapema/SC Os dirigente sindicais de várias Federações se reuniram para debater os rumos a ser seguido pelos trabalhadores Catarinenses.
O movimento sindical já mudou o rumo da história várias vezes, em intensa opressão. A hora é de empenho máximo neste processo de reorganização sindical.

Moacir José Effting.
Presidente da FETIGESC, SINDGRAF

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